21 de dezembro de 2015

Os nossos amigos de 4 patas


Grande apreciadora de filmes na tv me saiu esta Milka!

Ou será do galã?? :)



Já a Mia eram mais novelas!... Eram, porque hoje em dia a dona até se esquece que a tv existe e ela, mesmo sabendo muitas coisas, ainda não aprendeu a usar o comando. :)

Broas Ribatejanas



Ontem a cozinha da maga cheirava a canela e erva-doce e da mistura alquímica dos ingredientes mágicos, nasceram umas belas broas ribatejanas!

Ingredientes:
1 kg de farinha de trigo
250 gr de farinha de milho
500 gr de açúcar amarelo
2,5 dl de óleo
2,5 dl de azeite
2 colheres de sopa de canela
2 colheres de sopa de erva-doce
50 gr de chocolate em pó
Meio litro de café forte


Preparação:
Misturam-se todos os ingredientes numa panela ao lume, menos as farinhas. Quando começar a ferver, apaga-se o lume e juntam-se as farinhas. Envolve-se tudo muito bem. Formam-se bolinhas que se levam ao forno pré-aquecido a 170º durante cerca de 10-15 minutos. Ao retirar do forno envolver em açúcar branco.

(dá para cerca de 40 broas)


Ps. O ingrediente secreto: 2 mãos bem cheias de amor ;)


17 de dezembro de 2015

A menina Eva






O texto de hoje, dedico-o a uma grande mulher que se cruzou com a minha família no começo de 1970. Se existem anjos, ela é, ou foi, um deles com certeza. Pelo menos aos meus olhos, foi um anjo e acredito que se o céu existe mesmo, ela está no cantinho mais bonito de todos!

Hoje de manhã, ao arranjar-me para mais uma sessão de fisioterapia, o meu pensamento desviou-se para Saturno, aquele planeta bem chatinho e de que ninguém gosta. No meu mapa astral e da minha irmã, ele está precisamente em cima dos nossos ascendentes. Foi através do seu posicionamento, bem como o do Sol que lhe faz companhia, que há uns anos, numa aula de astrologia o professor fez a rectificação do mapa da minha irmã, a título de exemplo. Ficamos dessa forma a saber que nasceu não nos minutos que julgávamos, nem naqueles que estão escritos na certidão de nascimento, mas sim algures lá no meio. Por vezes, existe a dúvida quanto ao signo ascendente, quando não há a certeza da hora e neste caso concreto, balançava entre Carneiro e Touro. Podemos então concluir que é mesmo Carneiro. O planeta Saturno e o luminar Sol, ambos juntinhos em signo de Fogo, foram a chave para resolver o mistério. Aqui, representam uma fase menos boa na vida dela e que só não deixaram marcas graças ao tal anjo em forma de mulher que referi lá no início.

Era inverno ainda, ou pelo menos fazia frio e naquele tempo as casas de aldeia todas tinham uma lareira gigante num canto da cozinha, que se mantinha acesa para aquecimento e cozinhar. Algumas por sorte também albergavam enfiadas numa vara, ao fumeiro, umas quantas chouriças e morcelas. Junto ao braseiro, existia a habitual púcara de barro com água. Era uma forma de ter água quente o dia todo quando ainda não havia saneamento básico, água canalizada e muito menos ainda, um esquentador.

A minha irmã, á época ainda bebé, ficou queimada com a água da púcara. Foi uma aflição para nós, eu e a minha mãe. E foi nesse contexto que surge a menina Eva. Depois de alguns dias de idas ao hospital para mudar as ligaduras que lhe cobriam o braço e a perna, queimados em quase toda a sua extensão, causando-lhe sempre grande sofrimento, entrou-nos pela porta dentro uma desenvolta senhora, de chapéu na cabeça e vestido às florzinhas azuis. Suponho que teria uns 50 ou 60 anos. Se os meus longínquos quatro anitos não me atraiçoam, é essa a imagem que guardo dela. Perguntou se podia ver a minha irmã e foi entrando.

Eu, uma figura pequena e curiosa, fiquei de pé lá ao lado do berço, que nem guarda de plantão. Eu era a irmã mais velha, e aos irmãos mais velho cabe-lhes esse papel.

Primeiro, com todo o cuidado tirou-lhe as ligaduras. Depois, com uma pequena tesoura, raspou todos os pedaços de pele que ainda restavam e que as ligaduras não deixavam sarar. De seguida pincelou-a com um líquido vermelho. Hoje, penso que seria mercúrio, mas é apenas uma suposição, porque certeza, só tenho a de que foi a melhor coisa que poderia ter sido feita. Graças a isso e a ela, hoje não tem nem uma cicatriz. Voltou lá a casa enquanto foi preciso e até a bebé ficar boa, deixando-a restabelecer-se sem ligaduras e nem roupas coladas às feridas.

Quem era esta menina Eva? (era assim que a chamavam por nunca ter casado)
Só sei que era uma pessoa muito altruísta, que, onde houvesse alguém doente ela acorria para cuidar ou levar uma sopa. Terá sido enfermeira, ou simples curandeira? Quem sabe, as duas…
Por ironia do destino, anos mais tarde, já a minha família se tinha ido embora para outra terra, ouvi que ela, ao fritar uns sonhos para levar a casa de alguém, se queimou bastante com o óleo a ferver…

Guardo para mim a dúvida…Terá ela tido quem cuidasse dela?






2 de dezembro de 2015

As viajadas bolas de natal!



Uma caixa, uma enorme caixa, de bolas de natal bateram-me hoje à porta e eu não me fiz de rogada e abri-lha! Convidei-as a entrar e elas, sem cerimónia, foram-se instalar na árvore plantada no canto da minha sala. Voaram mares e continentes até cá chegarem. Mal sabiam os senhores dos ctt que sob o signo de frágil, durante três longas semanas, transportaram um monte de coloridas bolas de Natal.
Gostava de ter visto a cara deles caso pudessem ver o conteúdo daquela misteriosa encomenda!


A minha filha tem com cada ideia! ahahah



30 de novembro de 2015

30 anos





"Amar não é olhar um para o outro,

é olhar juntos na mesma direcção!"

(Antoine de Saint-Exupéry)


E assim tem sido ao longo destes 30 anos (+ 1 e meio). Uma vida feita de pequenos e simples momentos, mas que dentro dos nossos corações se tornam enormes. Uma vida feita de momentos únicos. Momentos que se vão somando e solidificando cada vez mais a relação a dois...


Dizem que aos trinta anos de casamento se celebram as bodas de pérola. É uma bonita ideia. Pérolas são jóias vivas, são lágrimas dos deuses, são sinónimo de protecção e amor. É a magia da mãe natureza!

17 de novembro de 2015

Marte em Balança


Será só impressão minha, ou nos últimos dias os ânimos andam mesmo mais exaltados? Já nem falo só do que se vê e lê nas redes sociais, mas em geral, no nosso dia-a-dia e de quem nos cerca. Hoje dei por mim a pensar nisto e lembrei-me que Marte entrou no signo de Balança na passada noite de Quinta para Sexta-feira e fez-se luz!

Com este posicionamento a energia de Marte fica menos assertiva e acaba sendo usada muitas vezes de forma mais negativa. Comparo a energia de Marte em Balança a uma pessoa com demasiada energia estática, em que os cabelos ficam em pé de tanta “electricidade” e por vezes até o contacto com elas dá choque. Agora ponhamos isto nas palavras, nas conversas, nas atitudes. Não pode dar coisa boa!

A nível pessoal isso irá fazer mais ou menos mossa conforme a disposição planetária de cada um no seu mapa natal. Aqui, no que a mim e aos meus diz respeito, o caso que melhor conheço e que me levou a reflectir sobre o assunto, também nem tudo foram rosas. Ontem, foi uma coloração de cabelos que não decorreu e saiu como desejado e de caminho um espelho que se partiu…Foi o meu cartão de memória da máquina fotográfica que se foi à vida devido a um erro de cálculo (e diga-se de passada a uma aselhice, a uma não, duas!) Esta passagem de Marte pelo signo de Balança sofro-a na carteira, uma vez que no meu mapa natal o planeta rege a casa II, dos dinheiros. Ah, e hoje foi a minha Milka que sofreu um pequeno e bem estúpido acidente, mas felizmente não passou de um susto. Marte está a causar alguma tensão à minha Lua natal, por aspecto de quadratura, hoje no grau exacto, afectando directamente o que diz respeito à família e harmonia do lar, uma vez que a tenho na casa IV.  

Só resta respirar fundo, contar até 100 antes de fazer ou dizer asneira e esperar que melhores dias virão!

29 de outubro de 2015

Tarte Tatin



















Tem dias em que a cozinha não apela aos meus sentidos, o que soa um pouco estranho tratando-se de uma taurina de Lua em Caranguejo, mas ontem senti-me particularmente inspirada. Tudo começou com uma lancheira de bananas maduras. Quando há festas cá em casa, no final é hábito colocar parte da comida que sobra em caixinhas, para as visitas levarem. Ontem uma dessas caixinhas foi-me devolvida com bananas. No frigorífico tinha uma base de massa quebrada em fim de validade. Bananas muito maduras e massa a pedir urgência no uso, o que fazer com estes dois ingredientes? E lá fui eu ao Google fazer uma rápida pesquisa, no que resultou em uma Tarte Tatin, que segundo o site, foi fruto de um erro das irmãs Tatin. Óptimo, gosto de mentes criativas que ousam fugir do lugar-comum e fazer diferente. E melhor ainda, é facílima de fazer!


Ingredientes:
1 base de massa de compra ou ver como fazer aqui
60 gr. de manteiga sem sal
160 gr. de açúcar
Raspa da casca de uma laranja
Uma pitada de canela em pó



A preparação pode se vista aquide onde tirei a receita. 





E de caminho copiei também uma receita para o jantar, em alternativa ao pré-destinado bacalhau cozido com batatas e brócolos. Aqui em casa consome-se cada vez menos carne, praticamente só as brancas e até mesmo essas estão presas por um fio. Apesar das ameaças, ainda não impus um regime vegetariano cá em casa, por isso agradeço que comam o peixinho que vou cozinhando. Se há assuntos que me levam a desejar que a filhota não crescesse esse é um deles. Onde está aquela menina que gostava tanto de jaquinzinhos fritos? Já nem peço tanto, bastava que gostasse de salmão, perca, ou pescada, que sempre têm menos espinhas. Mas não, bacalhau e só com natas! É que agora o "come as ervilhas (neste caso peixe) para ficares com os olhos bonitos" já não funciona. 

E lá fiz uma receita no forno, onde substitui o bacalhau por pescada. Desfiada podia bem enganar o paladar de sua alteza (ou não!...)  J
Como raramente sigo à risca as receitas originais, ou porque subtraio ou acrescento ingredientes, ou porque as quantidades são a olho e agora já nem saberia dizer exactamente como fiz, deixo aqui o link de onde retirei a receita de pescada com brócolos.







Bom apetite!

18 de outubro de 2015

Ele há Milka's!...


Dizíamos nós que depois do Piruças não queríamos mais nenhum patudo canino!...
Primeiro veio a Lana, podenga nascida no meio do mato e das hortas, junto às bombas de gasolina. É o que eu digo, os animais aqui da casa, não vêm por escolha nossa e sim porque nos escolhem! Vêm de rompante e de mansinho conquistam-nos os corações.

Hoje ao final da tarde fomos recebidos na nossa casa com um bonito imprevisto. Um doce imprevisto. Uma Milka peluda e beijoqueira.

Quando entrei em casa senti o cheiro do mistério no ar. Um silêncio estranho que me fez ficar de antenas alerta. E o meu sexto sentido levou-me à varanda da frente, onde encontrei uma Helena de ar sério, encolhida a um canto e com uma bola de pêlo enrolada nos braços. Bem, dizem que os filhos aprendem com os exemplos…Não fomos nós que aparecemos um dia em casa, com uma cadela bebé, sem avisar?! Perante tal imagem e como contra factos não há argumentos, restou-nos guardar para nós as nossas críticas e avisos e de dar as boas vindas à nova moradora aqui da casa, com umas festinhas. E que pelo macio ela tem!


16 de outubro de 2015

"Querer é poder!"

Nós quisemos e a festa fez-se!
E foi este o cenário de Domingo último, aqui em casa. Festejou-se e comemorou-se a vida.
Meio século não se faz todos os dias e é um marco importante na vida de qualquer um, pelo que merece ser celebrado com toda a pompa. Esteve casa cheia, mas havia sempre lugar para mais alguém que viesse por bem.
Felizmente tenho umas assessoras com muito jeito para organização de eventos, pelo que o resultado não poderia ser melhor. Fazem uma óptima dupla! Estou grata à minha primogénita por ter podido deslocar-se a Portugal nesta época, porque sem ela não seria a mesma coisa. É uma doceira de mão cheia e uma trabalhadora incansável. Sou grata à vida pela família linda que me calhou (ou que a minha alma escolheu), pelas filhas maravilhosas e pelo homem que está ao meu lado e que conhece tão bem todos os recantos do meu ser. Liga-nos os laços do amor. Só por isso, já tenho tudo para ser feliz todos os dias!


















21 de setembro de 2015

Frigorífico meu...

Há no mundo mais belo do que o meu? Há, sem dúvida, mas o meu acompanha-nos ainda desde a casa antiga quando as filhotas eram bem pequenas. Duas décadas a refrigerar os nossos alimentos. Duas décadas a abrir e fechar portas, a congelar e descongelar e continua a funcionar na perfeição. Eu bem que vou deitando o olho a outros mais modernos e sofisticados, mas fazer o quê?

As pegas outrora brancas, estão agora amarelecidas e em alguns locais começam a surgir os primeiros sinais de ferrugem. Tenho cá para mim que este ainda vai ganhar uma nova cara! Não seja eu a maga rosa!! Para já, vai para a minha lista das 1001 coisas a fazer, que aqui a minha tendinite de estimação é muito possessiva e não gosta de me partilhar.

Enquanto isso, vou-lhe tirando as medidas e inventando novos modelos (mentalmente, claro!) ;)




Não me importava nada de ter um assim, rosa! Mas parece-me, que com as cores que tenho na minha cozinha, se o fosse pintar desta cor, alguém cá em casa mandava-me internar de certeza! :D


Adoro este verde-água, ou será azul esverdeado?! :)
Uma cor bem vintage! 



Poderia optar por dar uma pintura na cor amarela. Amarelo limão, amarelo suave, ou qualquer tom de amarelo e aí sim, teria tudo a ver com a minha cozinha.       


Ou laranja... (embora este pareça mais amarelo-torrado do que laranja)


E porque não vermelho? Até gosto muito da combinação azul/vermelho em decoração na cozinha e "azuis" já cá tem...   



Tinta de ardósia. É o chamado 2 em 1, decora e ainda tem a vantagem de se poder assentar a lista das compras. Ou quem sabe, uns recados! :)


Com tinta, tecido, papel autocolante, ou vinil, as ideias são muitas e cada uma mais interessante que a outra. Conseguir um bom resultado final isso já é outra coisa... Mas que um frigorífico (geladeira no Brasil), colorido é outra coisa, lá isso é!


Não me importava nada de ter uma caixa de farinha maizena gigante na minha cozinha! :D


Palavras, frases, poesia...Uma ideia bem original. O tema e cor, depende do gosto

Este faz-me pensar nos bordados do Minho, mais propriamente os lenços que antigamente se ofereciam aos pretensos namorados. Não deixa de ser uma ideia gira e um despertar de sorrisos a quem metesse a mão ao frigorífico em busca de um mata-bicho ou de uma águinha fresca e lesse: 

Canto mais olho pra ti
Mais me fico enfeitiçada
Toma lá esta alembrança
Pra ser a tua conbersada”

Ou à moda do Alentejo…

O cravo depois de sêco
Significa amôr perdido
Ainda que qêra nã posso
Tirara de ti o sentido
Gosto de ti, porra!!!




Para combinar com um estilo a "puxar" a anos 70, este até que ia bem... 


Ou este...
Para combinar com o friso de azulejos de malmequeres...


E, porque não assim, mas com uma foto de família? Ou uma imagem divertida. Ou...ou...As possibilidades são tantas, que nem vale a pena enumerá-las a todas.


Adorei estas duas, em especial a última. Gosto mesmo!! :)

                                                                                              Imagens tiradas daqui: "Decor fácil"; 
                                                                                              "Decoração e Ideias"; "Detalhes de
                                                                                               Casada"; "Pintar sin Parar";                                                                                                                      "Imagui"; "Revista Casa e Jardim";
                                                                                                "Bestdicas"; "VMsomething"

2 de setembro de 2015

Campo Maior


Surpreendeu-me pela positiva, a visita que fiz no passado fim-de-semana à tão afamada festa da flor. Surpreendido ficou também o marido quando olhou para o meu rosto e o viu em tom escarlate, que mais parecia um tomate. Estranha a forma que adquiriu tal cor em mim. E a dor de cabeça, essa nem comento! Amenizou o golpe de calor, a invasão ao bonito espaço dos fundos de um café local, onde andei para esgotar a água da torneira a refrescar-me. Para a próxima chinelo no pé e chapéu na cabeça. Só assim! Ah, e que façamos o percurso da peregrinação (digo, caminho entre o estacionamento e a entrada controlada onde temos que mostrar as pulseiras), em hora mais apropriada e que não seja pela esturra do calor. Eu e calor em excesso não combinamos.








Muita água bebemos nós do fontanário! Nós e mais umas centenas!




"Era uma vez uma linda Carochinha que queria muito casar mas não tinha dinheiro. Um dia, estava a varrer a cozinha 
encontrou uma moeda de ouro. 
Toda contente, foi comprar um vestido novo 
e pôs-se a cantar à janela:

-Quem quer casar com a Carochinha, que é rica e bonitinha?"


Aqui não houve casório e nem caldeirão, mas houve a visita ao museu da localidade, uma verdadeira casa de bonecas!





Com direito a passagem pela taberna do Ti' Manel dos Bigodes e ainda o tempo para um joguinho de cartas...

Para o barbeiro havia fila e discutiam-se os preços dos serviços.




Que vontade que me deu de pular para o outro lado da corda e de me sentar na carteira...Senti-me de regresso à minha infância, ao tempo da escola primária!



 Até o caderno de anotações do carpinteiro, lá estava!



Bem que tentámos apanhar boleia de carroça, na viagem de volta, mas aqueles dois lá atrás disseram: " - Não! A lotação já está esgotada!"





Em modo Frozen:

A Elsa loira e a Elsa morena!


Fotos, fotos e mais fotos!
E as ruas são uma extensão das próprias casas, onde habitantes fazem delas as suas salas de visita. Onde todos se sentem à vontade. Onde todos festejam e comemoram a festa do povo.


Terminamos o dia em grande, a assistir a momentos musicais muito agradáveis. Primeiro com fado e de seguida, a ver e ouvir o simpático e inconfundível Fernando Pereira!!


Não tenho treze corações, mas um muito grande, onde cabem todos os meus queridos leitores. ;)