2 de setembro de 2015

Campo Maior


Surpreendeu-me pela positiva, a visita que fiz no passado fim-de-semana à tão afamada festa da flor. Surpreendido ficou também o marido quando olhou para o meu rosto e o viu em tom escarlate, que mais parecia um tomate. Estranha a forma que adquiriu tal cor em mim. E a dor de cabeça, essa nem comento! Amenizou o golpe de calor, a invasão ao bonito espaço dos fundos de um café local, onde andei para esgotar a água da torneira a refrescar-me. Para a próxima chinelo no pé e chapéu na cabeça. Só assim! Ah, e que façamos o percurso da peregrinação (digo, caminho entre o estacionamento e a entrada controlada onde temos que mostrar as pulseiras), em hora mais apropriada e que não seja pela esturra do calor. Eu e calor em excesso não combinamos.








Muita água bebemos nós do fontanário! Nós e mais umas centenas!




"Era uma vez uma linda Carochinha que queria muito casar mas não tinha dinheiro. Um dia, estava a varrer a cozinha 
encontrou uma moeda de ouro. 
Toda contente, foi comprar um vestido novo 
e pôs-se a cantar à janela:

-Quem quer casar com a Carochinha, que é rica e bonitinha?"


Aqui não houve casório e nem caldeirão, mas houve a visita ao museu da localidade, uma verdadeira casa de bonecas!





Com direito a passagem pela taberna do Ti' Manel dos Bigodes e ainda o tempo para um joguinho de cartas...

Para o barbeiro havia fila e discutiam-se os preços dos serviços.




Que vontade que me deu de pular para o outro lado da corda e de me sentar na carteira...Senti-me de regresso à minha infância, ao tempo da escola primária!



 Até o caderno de anotações do carpinteiro, lá estava!



Bem que tentámos apanhar boleia de carroça, na viagem de volta, mas aqueles dois lá atrás disseram: " - Não! A lotação já está esgotada!"





Em modo Frozen:

A Elsa loira e a Elsa morena!


Fotos, fotos e mais fotos!
E as ruas são uma extensão das próprias casas, onde habitantes fazem delas as suas salas de visita. Onde todos se sentem à vontade. Onde todos festejam e comemoram a festa do povo.


Terminamos o dia em grande, a assistir a momentos musicais muito agradáveis. Primeiro com fado e de seguida, a ver e ouvir o simpático e inconfundível Fernando Pereira!!


Não tenho treze corações, mas um muito grande, onde cabem todos os meus queridos leitores. ;)

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