Dizem que Natal é quando o "homem" quiser...
Para todos, festas felizes e uma mão cheia de amor no sapatinho de cada um!
dezembro 24, 2014
dezembro 10, 2014
Ai Morfeu, Morfeu!...
A noite (ou o sono), é muito fértil e rica em imagens que nos surgem sabe-se
lá de onde quando nos entregamos nos braços de Morfeu e esta última deixou-me
um sorriso e uma interrogação.
Personagens: eu e a minha irmã. Ela a querer surpreender-me. Eu a
deixar que ela fizesse algo no meu corpo. Ela não disse o que ia fazer e eu não
perguntei. Estava de costas. Finalmente tomei consciência de que o propósito
dela estava terminado e interroguei-me…Seria o que estava a pensar? Humm…eu nem
gosto de tattoos de asas nas costas. E ela, sim, era mesmo isso. Um par de asas
de anjo. E agora? Ficamos a olhar uma para a outra. Já não dava para voltar
atrás. Eu a pensar que iria ficar com um par de asas para sempre, e ela que as
marcou nas minhas costas com tanto carinho. Pronto, e agora? – Interrogávamo-nos!
E ela num repente (tão próprio dela!): - “Tu nem as vês, as outras
pessoas é que as vêem!”
E fica a questão…
O que vêem os outros em mim que eu não vejo?
Fonte de Imagem: Google
novembro 18, 2014
A economia cá de casa...
Magia não se faz só com pozinhos
de perlimpimpim e nos dias que correm, todos precisamos de ser verdadeiros
magos (ou magas) no que toca à economia da casa. E como diz o ditado, “é no
poupar que está o ganho”, aqui a formiguinha passou grande parte do dia de hoje
na cozinha de volta das panelas e dos chuchus e a “armazenar” para o inverno. Sim,
aqueles mesmos chuchus que colhemos no fim-de-semana aqui no nosso quintal e
que depois de distribuirmos pela vizinhança e colegas do marido, ainda nos
restaram muitos quilos.
Da colheita, parte é agora doce
que descansa em frascos para consumo da casa e para distribuir pela família. Os
restantes, cortei em cubos que distribuí por saquinhos de plástico, já com a quantidade
certa para cada sopa. Usei dois frutos por saco. Vão dar um jeitão nos próximos meses
para enriquecer as sopas e é menos uma coisa que terei que comprar. Bendita arca
congeladora!
novembro 16, 2014
O Domingo aqui por casa
Não, não é publicidade ao continente!
É tão simplesmente o resultado da colheita da nossa “pimpineleira”.
Hoje, aqui por casa tratou-se de apanhar os frutos, dar-lhes destino e abrir
espaço à passagem dos raios solares. Lá se foram os recantos e cantinhos acrescentados pelo gigantesco
enleio e em compensação ganhamos em luz. Nós e as nossas verdinhas!
Agradece a nespereira por finalmente se ver livre do peso bruto que
carregava nos seus ramos, cansados e pouco clorofilados.
Agradecem as Marias pelo solzinho de Outono que lhes aquece as penas.
Repartem-se os frutos pela vizinhança e colegas de trabalho.
E eu, encho o congelador para as sopas dos próximos meses e a despensa
com mais uns frascos de doce.
As três Marias!!
(a terceira por ser a mais tímida não quis posar para a
foto)
novembro 15, 2014
Doce de goiaba
Depois das
pimpinelas foi a vez do doce de goiaba. Tratou-se de uma estreia para mim, por
isso o passo-a-passo foi feito um pouco às “cegas” e na expectativa do que ia
sair dali!...
Ingredientes
Goiabas
Açúcar amarelo
(cerca de metade do peso dos frutos inteiros)
1 dl de
água
Comecei
por descascar os frutos aos quais retirei as sementes e cortei em pedaços
pequenos. Reservei. No liquidificador juntei as cascas, as sementes e a água.
Depois de tudo triturado, coei num passador para separar os caroços da
"polpa" obtida. Numa panela coloquei esta polpa obtida com as cascas
e sementes e os pedaços de fruta reservada anteriormente, ao que juntei o
açúcar e deixei até este derreter por completo.
Desta vez
não acrescentei um pau de canela e nem a casquinha de limão para não alterar o
sabor natural do fruto. Foi intencional!
Ficou pronto quando fez estrada no fundo do
tacho.
O resultado final surpreendeu-me. Ficou muito bom!
(pena que as goiabas eram poucas e só deu para dois pequenos frascos). ;)
novembro 10, 2014
Doce de chuchu
Na sequência do
"post" anterior, aqui deixo a receita do meu doce de chuchu (ou
pimpinela).
Ingredientes:
- 3kg de polpa de chuchu
- açúcar (metade do peso da polpa) *
- pau de canela
- casquinha de limão (opcional)
- nozes partidas em pedaços pequenos
Depois de
descascar os chuchus e retirar a semente (inteira de preferência e que se
reserva para outra finalidade), ralei-os no robot de cozinha para ficarem em
tiras como se faz com a cenoura para saladas. Coloquei a polpa na panela com o
açúcar (usei amarelo) e o pau de canela e deixei em repouso umas horas para o
açúcar derreter e se transformar numa calda. Para quem gostar do sabor a limão,
este é também o momento de o adicionar.
A cozedura
é feita em lume brando. Leva tempo a fazer, mas o resultado final é ótimo! Vou
mexendo e só quando faz estrada no fundo do tacho, é que está no ponto. Quanto
às nozes (ou amêndoas), junto-as ao preparado a meio, quando o líquido já se
evaporou em grande parte e já começa a ter consistência de doce.
* quanto
ao açúcar, usei um pouco menos que a quantidade original, (ou seja, do 1,5 kg
retirei cerca de 200 gr.), mas faço sempre isso em qualquer doce ou sobremesa.

A semente é esta "coisa" branquinha que aparece aqui na imagem. Retira-se a pele à volta e reserva-se o miolo, que se pode juntar a sopas de legumes e se come inteiro.
novembro 06, 2014
Pimpinela ou chuchu?
Legume ou
fruto?
Segundo
consta, a sua origem é atribuída à América Central, no entanto para alguns
historiadores esta planta já existia nas ilhas das Caraíbas aquando da
descoberta da América pelos europeus.
História
à parte, trata-se de um vegetal muito rico em nutrientes, nomeadamente potássio
e vitaminas. É de fácil digestão e por ser muito rico em fibras e pobre em
calorias, é óptimo para uma dieta saudável.
Pode
cozinhar-se de variadas maneiras, mas pessoalmente, só utilizei ainda em sopas
e doce (compota)…
Para minha
surpresa (e de todos cá de casa!), o fruto que plantamos no ano passado, este
ano expandiu-se de tal maneira, com tal rapidez, que cheguei a recear que tudo
o mais desaparecesse à sua sombra e sob o seu peso. Os ramos, que nem
tentáculos, foram crescendo e trepando por todo o lado fazendo do nosso
pedacinho de quintal uma autêntica selva! Não é que eu não goste… O nosso
pedaço de verde ganhou ainda mais encanto com os seus novos cantos e recantos. Mas
sobreviverá a nespereira que desapareceu debaixo da trepadeira? E o limoeiro?
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