10 de fevereiro de 2016

A vida são 2 dias e o Carnaval 3



















Há quem goste e há quem nem possa ouvir falar em Carnaval. Há quem associe Carnaval a vícios e promiscuidade. Há quem se divirta imenso e nem um golo de álcool beba, que é o meu caso. Já vem do meu tempo de menina o gosto por esta fase do ano, em que bastava tão pouco para fazermos a festa. Vestíamos umas roupas do pai ou da mãe, uma caraça no rosto para esconder a identidade, porque esta, uma simples máscara de plástico rijo era tudo o que se via à venda e tudo o mais inventávamos com o que havia em casa. E em grupo percorríamos a redondezas para deleite da vizinhança que nos agraciava com umas moedas ou doces, e contentes regressávamos ao ponto de partida, onde felizes repartíamos os haveres em partes iguais por todos.

Nos países em que coincide com o final do inverno, como é o caso de Portugal, estas festas são como uma pausa colorida aos longos dias cinzentões da estação. É uma lufada de boa disposição para recarregar baterias. E o meu ascendente Peixes gosta tanto disso. De cores. De brilho. De inventar e reinventar personagens a cada novo ano. Já me basta o meu signo solar Touro, constantemente a puxar-me para a realidade da vida. Por isso, eu costumo dizer que vivo com um pé na Lua e outra na Terra.

Este ano fui loura por um dia! J
Uma loura diabinha, mas não muito diabólica. Reinventei a fantasia de outro ano usando acessórios já cá existentes. Fiquei a saber que nem ficava mal de todo de cabelos claros... :D
Findo o Carnaval, voltei a ser a Pocahontas de sempre!

Ah, e como o Carnaval são três dias, no primeiro, meti o xaile pelos ombros e fui mais o "mê" cigano p´ró  bailarico!







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